Famílias da comunidade de Cipolândia, distrito de Aquidauana, receberam títulos de regularização fundiária e passaram a ter oficialmente a posse das casas onde vivem há anos. A entrega dos documentos representa a legalização dos imóveis e garante segurança jurídica aos moradores, que aguardavam pela documentação definitiva das propriedades.
A ação faz parte de uma iniciativa conjunta entre o Governo de Mato Grosso do Sul, o Governo Federal e a Prefeitura de Aquidauana, com foco na regularização fundiária e em melhorias habitacionais. O objetivo é garantir dignidade e segurança às famílias que vivem há décadas nas áreas, mas ainda não possuíam a documentação oficial dos imóveis.
Além da regularização dos terrenos e das casas, o projeto também prevê melhorias habitacionais para parte das famílias beneficiadas, com intervenções estruturais nas residências. A proposta é melhorar as condições de moradia e proporcionar mais qualidade de vida aos moradores da comunidade.
A regularização fundiária permite que os moradores passem a ter acesso a serviços, financiamentos e outros direitos ligados à propriedade formal do imóvel. Para muitas famílias de Cipolândia, a entrega dos títulos representa a realização de um sonho antigo: ter oficialmente a casa onde construíram suas vidas reconhecida como propriedade legal.
Presente no evento, o ministro das Cidades Jader Barbalho Filho, ressaltou a importância da política pública habitacional como instrumento de transformação social. “A regularização fundiária é um dos pilares para reduzir desigualdades no país. Estamos assegurando direitos e promovendo cidadania para milhares de brasileiros que aguardavam por esse momento há anos”, afirmou.
Já o prefeito de Aquidauana, Mauro Luiz Batista, se mostrou satisfeito com a atuação em conjunto das várias esferas da administração em nome do desenvolvimento regional. “Esse é um dia histórico para Cipolândia. É a prova de que, quando há parceria entre os governos, os resultados chegam para quem mais precisa. Essas famílias agora têm não só um documento, mas um futuro mais seguro”, pontuou.
Com informações de Edyelk Santos/Comunicação Agehab | Foto: Juliano Dervalho
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