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Quinta-feira, 30 de Abril 2026
Produtos da cesta básica podem ter até 157% de variação de preço em Campo Grande, segundo Procon

Economia

Produtos da cesta básica podem ter até 157% de variação de preço em Campo Grande, segundo Procon

Serviço de Proteção ao Consumidor pesquisou supermercados da capital e analisou o quanto crise no petróleo pode ter impactado nos preçosServiço de Proteção ao Consumidor pesquisou supermercados da capital e analisou o quanto crise no petróleo pode ter impactado nos preços

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Um levantamento realizado pelo Procon de Mato Grosso do Sul revelou que produtos da cesta básica podem apresentar variação de até 157% entre supermercados de Campo Grande, evidenciando um cenário de forte disparidade de preços na capital. A pesquisa foi realizada entre os dias 22 e 23 de abril de 2026, com análise em 13 estabelecimentos comerciais, abrangendo itens de alimentação, hortifrúti, higiene pessoal e limpeza. 

De acordo com os dados, as maiores diferenças foram identificadas principalmente nos setores de mercearia e hortifrúti. O sal liderou o ranking de variação, com diferença de 157,33% entre o menor e o maior preço encontrado, seguido pelo macarrão, com 150,42%. Já entre os produtos frescos, o quilo da banana nanica apresentou variação de 143,27%, enquanto o alho chegou a 133,44%, demonstrando instabilidade relevante em itens essenciais do dia a dia.

Itens de higiene pessoal e limpeza também registraram oscilações expressivas, reforçando o impacto generalizado da variação de preços. A pasta de dente apresentou diferença de 122,46%, o sabonete variou 115,68% e o detergente atingiu 103,75%. Segundo o Procon, esses números indicam que o consumidor pode pagar mais que o dobro pelo mesmo produto, dependendo do local de compra.

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Além das diferenças entre estabelecimentos, o levantamento também identificou aumento no custo de alguns itens em relação a janeiro, apontando um cenário de pressão inflacionária. O feijão carioca, por exemplo, teve alta de 41,38% no período, enquanto o arroz tipo 1 (pacote de cinco quilos) registrou aumento de 13,31%, impactando diretamente o orçamento das famílias.

Segundo análises econômicas, fatores externos como a alta no preço do petróleo podem influenciar diretamente esses custos, já que o combustível impacta toda a cadeia logística, desde o transporte até a distribuição de mercadorias. Esse efeito tende a elevar os preços finais ao consumidor, especialmente em produtos que dependem de transporte rodoviário, predominante no Brasil.

Diante desse cenário, o Procon orienta que os consumidores pesquisem preços antes de realizar compras e fiquem atentos a detalhes como peso, composição e possíveis alterações nas embalagens dos produtos. A recomendação é comparar diferentes marcas e estabelecimentos para evitar prejuízos e garantir escolhas mais conscientes, já que os valores podem variar conforme promoções e demanda em cada supermercado.

Com informações de Kleber Clajus/Comunicação Procon-MS | Foto: Kleber Clajus/Procon-MS/Arquivo

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William Durães Mendes

Publicado por:

William Durães Mendes

William tem formação na área de Comunicação Social e passagens por rádios como Educativa 104 e Segredo FM, além de atuação nas artes cênicas.

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