A rede pública de saúde de Mato Grosso do Sul registrou mais de 52 mil atendimentos em práticas integrativas e complementares entre os anos de 2024 e 2025. Os dados, divulgados nesta segunda-feira (9), são da Secretaria de Estado de Saúde (SES) e mostram a ampliação do acesso da população a terapias alternativas oferecidas gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde (SUS).
As chamadas Práticas Integrativas e Complementares em Saúde (PICS) incluem técnicas terapêuticas como acupuntura, auriculoterapia, aromaterapia, meditação, yoga e outras abordagens voltadas à promoção do bem-estar e à prevenção de doenças. Essas práticas são utilizadas como complemento aos tratamentos convencionais, contribuindo para o cuidado integral dos pacientes.
Segundo a SES, os atendimentos são realizados principalmente na Atenção Primária à Saúde, em unidades básicas espalhadas pelos municípios sul-mato-grossenses. A oferta das terapias envolve equipes multiprofissionais, incluindo médicos, enfermeiros, psicólogos, fisioterapeutas e outros profissionais da saúde capacitados para aplicar as técnicas.
Além de ampliar as opções de tratamento, as práticas integrativas buscam fortalecer a relação entre profissionais de saúde e pacientes, estimulando o autocuidado e a melhoria da qualidade de vida. A proposta é considerar aspectos físicos, emocionais e sociais no processo de recuperação e manutenção da saúde.
Entre as técnicas mais procuradas estão a auriculoterapia — método que utiliza estímulos em pontos da orelha para tratar diferentes condições — e a acupuntura, tradicional técnica da medicina chinesa usada para aliviar dores e promover equilíbrio no organismo.
De acordo com a política nacional da área, as práticas integrativas foram incorporadas ao SUS para ampliar as possibilidades terapêuticas e oferecer tratamentos baseados em conhecimentos tradicionais e complementares. Atualmente, o sistema público brasileiro conta com dezenas de modalidades reconhecidas e utilizadas em diversas regiões do país.
A Secretaria de Estado de Saúde destaca que a ampliação desses atendimentos faz parte de estratégias para fortalecer a atenção básica e promover cuidados mais humanizados. A expectativa é que a oferta das práticas continue crescendo nos próximos anos, acompanhando a demanda da população por abordagens terapêuticas complementares.
Fonte: Redação Raiz, com informações de André Lima/Comunicação SES | Foto: SES/Divulgação
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