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Terça-feira, 21 de Abril 2026
Prática de estimulação neurocognitiva sensorial é implantada na UTI adulto do Hospital Regional de Dourados

Saúde

Prática de estimulação neurocognitiva sensorial é implantada na UTI adulto do Hospital Regional de Dourados

Estímulos auxiliam na recuperação e ajudam a impedir problemas cognitivos

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O Hospital Regional de Dourados Olga Castoldi Parizotto começa a ver os resultados da prática de estimulação neurocognitiva sensorial como parte das rotinas de cuidado integral aos pacientes internados em estado crítico. A iniciativa, que foi implantada desde que a UTI Adulto passou a funcionar, no último dia 20 de dezembro, integra intervenções simples e seguras que alinham tecnologia e atendimento humanizado, reforçando o compromisso da unidade com um modelo de assistência qualificado e centrado no paciente. 

A estimulação neurocognitiva sensorial consiste em uma série de ações que visam manter e estimular as funções cognitivas, emocionais e sensoriais dos pacientes mesmo durante a internação em terapia intensiva. Entre os procedimentos adotados estão a reorientação do paciente no tempo e no espaço, a comunicação verbal utilizando o nome do paciente, o uso de músicas familiares e estímulos táteis, visuais e olfativos adequados, integrados à rotina de cuidados da equipe multiprofissional.

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De acordo com a gerente Multiprofissional do HRD, Laryssa Hoff, a prática vai além do uso de equipamentos e tecnologia, sendo uma expressão do cuidado integral oferecido pela unidade. Segundo ela, a estimulação neurocognitiva sensorial melhora a experiência do paciente durante a internação e evidencia que a humanização do cuidado está presente desde os primeiros dias de operação da UTI Adulto. "A estimulação neurocognitiva sensorial faz parte do nosso compromisso com um cuidado integral. Essa prática contribui para melhora da experiência do paciente e reforça que, no HRD, a tecnologia caminha junto com a humanização desde o primeiro dia", destaca.

Os principais benefícios observados dessa prática incluem a redução do risco de delirium (a conhecida "confusão mental"), a diminuição da confusão mental após a alta da UTI e a preservação das funções cognitivas. Além disso, a estimulação contribui para proporcionar uma maior sensação de segurança e acolhimento aos pacientes, fatores que favorecem uma recuperação mais ampla e humanizada. Com essa abordagem, o HRD consolida um modelo de assistência que combina tecnologia, qualificação profissional e práticas centradas no bem-estar do paciente. 

Fonte: Redação Raiz, com informações de Agência Gov MS | Foto: Comunicação HRD
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William Durães Mendes

Publicado por:

William Durães Mendes

William tem formação na área de Comunicação Social e passagens por rádios como Educativa 104 e Segredo FM, além de atuação nas artes cênicas.

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