A ampliação de vagas e o avanço de obras estruturantes no sistema prisional de Mato Grosso do Sul foram discutidos em reunião técnica realizada entre a Agência Estadual de Administração do Sistema Penitenciário de Mato Grosso do Sul (Agepen) e a Agência Estadual de Gestão de Empreendimentos de Mato Grosso do Sul (Agesul), conforme comunicado divulgado nesta segunda-feira (9) pelo Governo do Estado. O encontro teve como objetivo alinhar estratégias para dar maior celeridade às obras em andamento e fortalecer a infraestrutura penitenciária em diferentes regiões do Estado.
Durante a reunião, as equipes técnicas discutiram alternativas para otimizar projetos estruturais e acelerar processos administrativos e de engenharia ligados às unidades penais. A intenção é garantir que os investimentos destinados ao sistema prisional avancem com maior eficiência e dentro dos prazos previstos.
Participaram do encontro o diretor-presidente da Agepen, Rodrigo Rossi Maiorchini, além de representantes da Agesul e de setores técnicos ligados ao planejamento e execução de obras. Também estiveram presentes profissionais responsáveis por projetos, orçamento, licenciamento ambiental e acompanhamento de empreendimentos públicos.
Entre os temas discutidos está a finalização de projetos arquitetônicos para reforma e ampliação de unidades penais, incluindo o Presídio de Trânsito de Campo Grande. A previsão é que os projetos sejam encaminhados para análise da Secretaria Nacional de Políticas Penais, etapa necessária para viabilizar a abertura de licitações para execução das obras.
Outro ponto abordado foi a adaptação de modelos de projetos estruturais encaminhados pelo governo federal para a realidade do sistema prisional sul-mato-grossense. A estratégia busca facilitar a construção de novas unidades e ampliar a capacidade de custódia em diferentes municípios.
Além das ampliações já em estudo, Mato Grosso do Sul também busca recursos junto ao Ministério da Justiça para a construção de novos presídios. A iniciativa pode resultar na criação de mais de 1,6 mil vagas no sistema prisional, contribuindo para reduzir a superlotação e melhorar as condições de funcionamento das unidades penais do Estado.
Fonte: Redação Raiz, com informações de Comunicação Agepen | Foto: Agepen/Divulgação
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