Nem foi ideia minha mas o encaixe é perfeito. Mundo Belo engloba todos os meus todos que nem sempre são lembrados em todas suas extensões, mas não é exclusividade nem desejo das pessoas pretas é a necessidade de sobrevivência. Inclusive, a arte nosso balão de oxigênio e o escape reflexivo diante do ser político impossível de deixar de ser.
Aqui o espaço é de todos nós e de todas as coisas que tanto são faladas, mas de um prisma mais dialogado da descrição do assunto para as possíveis soluções e desmembramentos deles. A vontade é de estar em todas as formas de mídias permitindo acesso à todos. Então, você vai assistir, ouvir e ler o assunto conforme o seu perfil.
Vamos bater papo sobre poesia, cinema, literatura, lazer, esporte, política, leis, música, composições musicais, roteiros, economia, mídia, posicionamento, jornalismo, plataformas digitais, bastidores, origens, repercussão e aquilo que afeta cada um de nós. Quem faz o Mundo Belo pode até ser eu, mas um Belo Mundo ninguém faz sozinho.
Pensando exatamente como comunidade e em dois provérbios africanos: “É preciso uma aldeia inteira para educar uma criança” e “A criança que não é abraçada pela aldeia vai queimá-la para sentir o seu calor”, vamos construir a muitas mãos o Mundo Belo. Vem pro meu mundo!