A Polícia Científica de Mato Grosso do Sul manteve desempenho máximo em avaliação internacional de qualidade promovida pelo Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime (UNODC), obtendo 100% de acerto nas análises de substâncias controladas. O resultado decorre da participação da Divisão de Química e Toxicologia do Instituto de Análises Laboratoriais Forenses (IALF) no International Collaborative Exercise (ICE), no âmbito do International Quality Assurance Programme (IQAP), que testa a capacidade técnica de laboratórios forenses na identificação de drogas e compostos associados.
A avaliação internacional abrangeu três ciclos consecutivos do programa, realizados entre os anos de 2023 e 2025, e a Polícia Científica de MS obteve êxito absoluto em todas as amostras recebidas, sem qualquer divergência ou inconsistência nos relatórios de análise. Segundo o perito criminal Evandro Rodrigo Pedon, chefe da divisão responsável pelos exames, a repetição dos resultados demonstra a solidez dos procedimentos técnicos adotados e a preparação da equipe para enfrentar demandas complexas.
O ICE/UNODC utiliza amostras preparadas a partir de apreensões reais e exige que os laboratórios participantes identifiquem corretamente uma variedade de substâncias ilícitas e adulterantes, como cocaína, heroína, metanfetamina, ketamina, etizolam e outros compostos. A validação internacional reforça a confiabilidade dos laudos produzidos pela Polícia Científica, que subsidiarão investigações criminais, instrução de processos judiciais e decisões do sistema de justiça, garantindo segurança jurídica e precisão pericial.
O reconhecimento obtido pela instituição integra uma estratégia mais ampla de aprimoramento técnico, padronização de procedimentos e modernização dos serviços laboratoriais, consolidando a Divisão de Química e Toxicologia como referência técnica no Brasil e inserindo o estado de Mato Grosso do Sul em uma rede global de cooperação científica. A manutenção do desempenho impecável ao longo de três anos consecutivos reafirma a excelência e a confiabilidade dos métodos periciais adotados.
Fonte: Redação Raiz, com informações de Maria Ester Rossoni, Comunicação PCi-MS | Foto: Divulgação
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