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Quarta-feira, 15 de Abril 2026
Companheiro acusado de morte de subtenente é preso sob gritos dos vizinhos

Policial

Companheiro acusado de morte de subtenente é preso sob gritos dos vizinhos

Homem de 50 anos, que ainda não teve identidade divulgada, é principal suspeito de ter executado a policial Marlene de Brito Rodrigues, de 59 anos, dentro de casa

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A subtenente da Polícia Militar Marlene de Brito Rodrigues, de 59 anos, foi morta a tiros dentro da própria residência, em Campo Grande, em um caso que vem sendo tratado como feminicídio pelas autoridades. O principal suspeito é o namorado da vítima, um homem de 50 anos, que foi preso em flagrante ainda no local do crime. A identidade dele não havia sido oficialmente divulgada até a última atualização do caso.

De acordo com informações do site TopMídia News, o crime ocorreu no bairro Estrela Dalva e mobilizou moradores da região após o disparo de arma de fogo ser ouvido. Um vizinho, ao perceber a situação, entrou no imóvel e se deparou com a vítima já ferida e o suspeito ainda presente, com a arma em mãos. A Polícia Militar foi acionada imediatamente e realizou a prisão do homem, que não ofereceu resistência.

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A policial militar Marlene de Brito Rodrigues. Foto: Reprodução/Redes Sociais

A cena gerou forte comoção entre os moradores da vizinhança. No momento em que o suspeito era conduzido pelos policiais, pessoas que acompanhavam a ocorrência passaram a gritar palavras como “assassino” e “desgraçado”, demonstrando revolta diante da gravidade do crime. A reação popular evidencia o impacto imediato da violência doméstica em áreas residenciais, especialmente quando envolve uma agente de segurança pública.

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Inicialmente, o suspeito teria alegado que a subtenente teria tirado a própria vida, versão que rapidamente passou a ser contestada diante das circunstâncias encontradas no local e de inconsistências em seu relato. A Polícia Civil deu início às investigações para esclarecer a dinâmica exata do crime, incluindo a análise da cena, perícia e coleta de depoimentos de testemunhas.

O caso reforça o cenário preocupante de feminicídios em Mato Grosso do Sul e levanta questionamentos sobre a escalada da violência contra a mulher, inclusive em contextos onde não há registros formais anteriores de agressão. A morte de Marlene, uma policial com anos de atuação, amplia o debate sobre segurança, relações abusivas e os desafios enfrentados no combate a esse tipo de crime.

Com informações de TopMídia News | Imagem: TopMídia News/Reprodução

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William Durães Mendes

Publicado por:

William Durães Mendes

William tem formação na área de Comunicação Social e passagens por rádios como Educativa 104 e Segredo FM, além de atuação nas artes cênicas.

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